A
companhia, que começou a fabricar filmes para câmeras e projetores de cinema
desde que foi criada, em 1934, deixa o mundo do cinema analógico por causa
"da drástica diminuição da demanda nos últimos anos", detalhou a
empresa em comunicado.
As gravações digitais e as salas adaptadas
aos novos formatos cinematográficos, como o 3D, transformaram-se em algo
"comum" na indústria do cinema, o que contribuiu para a decisão da
empresa.
Apesar da nova tendência, a Fujifilm destacou
que nestes anos tem se "esforçado para reduzir custos" e poder seguir
fornecendo o material cinematográfico analógico, algo que deixará de fazer a
partir do próximo ano.
A companhia, com sede em Tóquio, prosseguirá
com a venda de filmes específicos para arquivos que requeiram ser conservados
durante um longo período de tempo, assim como de outros produtos e serviços
para trabalhos digitais, mantendo sua "contínua contribuição à indústria
do cinema".
A Fujifilm, que era a última empresa japonesa
a manter a produção dos rolos cinematográficos para cinema, registrou no
primeiro trimestre do ano fiscal de 2012, de abril a junho, um lucro líquido de
2,5 bilhões de ienes, cerca de US$ 30 milhões, 87,5% a menos que no mesmo
período do ano de 2011.
No entanto, a fabricante japonesa espera que
seu lucro líquido no atual ano fiscal, que será concluído em 31 de março de
2013, alcance os 65 bilhões de ienes (US$ 835 milhões), 48,5% mais que em
2011.
Nenhum comentário:
Postar um comentário