quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Oferta: Norton Internet Security 2012 - R$ 81,00

Proteja - se contra :

  • Roubo de identidade online
  • Criminosos cibernéticos
  • Downloads perigosos
  • Sites infectados ou não confiáveis
  • Phishing
  • Vírus
  • Spyware
  • Spam
  • Ameaça às redes sociais





Dicas para identificar a segurança de um site
A internet é uma verdadeira selva tecnológica cheia de perigos escondidos entre suas conexões. Basta um passo em falso para colocar a sua segurança em risco... E lá se vão informações pessoais, fotos, dados bancários e tudo o que estiver armazenado no seu computador.
Nunca é demais lembrar: o ambiente virtual é cheio de espertalhões querendo tirar vantagens em cima dos outros, principalmente de quem tem pouca ou nenhuma experiência com a internet. É necessário apenas um simples acesso a um site suspeito para nos expormos a riscos.
Mas como se proteger e evitar essas situações? Nós elaboramos aqui algumas dicas simples para você ficar mais atento e não sair prejudicado desse ambiente hostil. Confira!

1. Verifique a extensão do site

Essa dica é primordial. Se você está acessando o site do seu banco, por exemplo, e o endereço é estranho (o mais correto seria www.nomedobanco.com.br), então há boas chances de ser um site fraudulento.
Outro detalhe que pode ajudar é verificar se um site tem a extensão .gov (de governos), .edu (instituições educacionais), ou até .mil (militar). Esses tipos de extensões precisam de permissão para serem usadas. Os sites dessas extensões são analisados antes de serem publicados na web, o que garante segurança. Já sites com as extensões .org, .net e .com (o mais comum) podem ser comprados por qualquer pessoa e não exigem nenhum tipo de verificação.

2. Pesquise o nome do site

Primeiro procure apenas o nome do site em buscadores como o Google e, depois, faça uma busca do nome da URL inteira (exceto o prefixo “http://”). Os resultados de ambas as pesquisas podem dar a você uma pista sobre o que outras pessoas falaram sobre o site.

3. Procure um autor ou sua popularidade

As chances de um site ser confiável são maiores se alguém está disposto a colocar seu próprio nome nele. Você também pode e deve pesquisar sobre o autor (se houver) na internet e ver se há alguma informação sobre ele que torne o site confiável.
Se o autor não pode ser contatado ou não há nenhum registro sobre ele, ou ainda se o site não é popular na internet, então o endereço pode ser considerado duvidoso. Procure também pela sessão "sobre" (ou about) dentro do site para ler mais informações a respeito.
10 dicas para descobrir se um site é confiável 

4. Verifique se o site faz parte de um portal

Pode não fazer muita diferença, mas o fato de um site estar associado a outros sites que tem boa reputação aumentam as chances do endereço ser confiável. Por exemplo, o próprio Tecmundo, que faz parte do portal Terra.

5. Analise sites profissionais

Tente analisar o design e estrutura do site. Ele parece que foi produzido de forma profissional? Isso por si só não ajuda a provar a legitimidade do site, mas minimiza as chances de ser um endereço perigoso.

6. Não seja curioso

Se você viu um link em redes sociais com o título extremamente chamativo e sem uma fonte confiável, não clique. É quase certo que você será direcionado para um site suspeito. Pesquise em sites de busca ou em sites de notícia para confirmar se o conteúdo apresentado no link é verdadeiro. Isso vale para qualquer site que você acessar.
10 dicas para descobrir se um site é confiável 

7. Cuidado com os encurtadores de link

Os encurtadores de link podem mandar você direto para uma armadilha. Alguns sites que encurtam links oferecem soluções para você descobrir qual o endereço original antes de você ser direcionado ao site. Existem os sites com encurtadores próprios, como o Baixaki (baixa.ki). 

8. Procure uma conexão segura

Localize uma conexão segura na barra de endereço do seu navegador. Quando um site utiliza uma conexão segura, muitas vezes o endereço web começará com "https://" em vez do "http://" (a diferença está na letra “s” depois do http).
Outro detalhe importante é a certificação do site. Ela é exibida geralmente no canto direito da barra de navegação com uma cor verde. Basta clicar em cima do ícone para visualizar os certificados de segurança.
Se o site oferece uma conexão segura, esse é um ótimo motivo para confiar nele. As conexões seguras são usadas para criptografar as informações que são enviadas do seu computador para o site, dificultando as ações dos hackers.

9. Procure um certificado de segurança

Certificados de segurança são emitidos por organizações de confiança da internet. O certificado de segurança geralmente será exibido na forma de uma imagem dentro do site.
Alguns sites fraudulentos podem colocar uma imagem falsa de confiança, mas basta você clicar em cima da imagem para ser redirecionado diretamente ao site da organização e confirmar se existem credenciais válidas. Se não houver possibilidade de clicar em cima da imagem, então é bem provável que o site seja duvidoso.

10. Evite clicar em links enviados por email

O email é uma das maiores origens de golpes na internet. Uma enorme quantidade de mensagens falsas chega às nossas caixas todos os dias com o objetivo de roubar nossas informações. Por isso, muito cuidado: com apenas um clique, você poderá ser direcionado para o caminho errado.

Existe também uma ferramenta que pode ajudar em suas aventuras pela internet: o Web of Trust  (WOT), um plugin gratuito, compatível com os principais navegadores da internet . Ele veta resultados de busca antes mesmo que você clique neles, usando um sistema de cores.
O plugin usa a cor vermelha para indicar um site a evitar, a cor amarela para sites que você deve ter cautela e a cor verde para indicar que o site é seguro. A reputação do site é atualizada dinamicamente, baseada nas experiências de outros usuários com ele.

Promoção: Multifuncional HP Deskjet 2050


R$ 220,00 á vista 
ou 4 parcelas de R$ 55,00
Qual o melhor email gratuito do momento?


O 4G no Brasil


A quarta geração da telefonia móvel 4G vai começar a operar no próximo ano, mas os preparativos já começaram. A internet móvel mais rápida vai exigir, pelo menos, o dobro do número de antenas utilizadas hoje pela tecnologia 3G. Será preciso modernizar 60% das linhas de transmissão do país, uma vez que o 3G pode usar o cabo da 2G, mas o 4G não, pois demanda mais capacidade. Ou seja, o investimento das teles será alto. Para se ter ideia, no leilão dos primeiros lotes das faixas de frequência que vão suportar a nova tecnologia, os quatro principais lotes totalizaram R$ 2,56 bilhões com Claro, Oi, TIM e Vivo apresentando os melhores lances para operar na frequência. Os lotes foram vendidos de acordo com as propostas financeiras de cada uma das operadoras participantes. E venceu quem ofereceu o menor preço para o usuário final. No total, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações, foram arrecadados R$ 2,9 bilhões, o que vai garantir investimentos de R$ 3 bilhões por ano em redes, ao longo dos 30 anos de contrato – valor bastante próximo dos fundos de telecom que, de janeiro a abril deste ano, já somaram R$ 3,7 bilhões e não estão sendo usados para os fins para os quais foram criados, segundo Carlos Duprat, diretor da SindiTelebrasil – Associação Brasileira de Telecomunicações. O problema com esta arrecadação é que, devido ao alto investimento feito pelas operadoras, o consumidor final deve receber um preço elevado para ter uma conexão 4G. De acordo com estimativas do SindiTelebrasil, será, no mínimo, o dobro do valor cobrado pelo 3G atualmente. Sendo assim, se o governo mantiver sua rotina de não investir integralmente o dinheiro arrecadado na infraestrutura de telecom, os consumidores não receberão qualidade em troca. Por outro lado, se as operadoras continuarem a repassar seus gastos para as contas de celular, o valor do 4G pode ser bem alto para os usuários finais. Segundo o presidente da Anatel, João Rezende, o faturamento das operadoras cresceu 237% nos últimos 10 anos no Brasil. Compartilhamento de infraestrutura Para o 4G, o governo previa uso conjunto de bases, torres e antenas pelas operadoras, mas os investimentos para implantar a internet móvel de quarta geração devem começar sem o compartilhamento de infraestrutura. Em entrevista para a Agência Estado, Francisco Valim, presidente da Oi, afirmou que as companhias estão longe de um entendimento. Com isso, os investimentos se tornam ainda maiores e, consequentemente, o valor do 4G será mais alto para o consumidor. Principalmente porque, pelas regras do leilão, as empresas que venceram a licitação das faixas deverão cumprir uma série de exigências. Até abril de 2013, por exemplo, elas precisam ter conexões 4G nas cidades-sede dos jogos da Copa das Confederações: Fortaleza, Recife, Salvador, Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Já as sedes e sub-sedes da Copa do Mundo – São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Manaus, Cuiabá, Natal – deverão ter a internet mais rápida até o fim de 2014. A Anatel ainda determina que todos os municípios com mais de 100 mil habitantes deverão ter sinal de 4G até 31 de dezembro de 2016. Outras metas também deverão ser cumpridas, como o uso de equipamentos fabricados no Brasil. As empresas que venceram a licitação das faixas destinadas à telefonia 4G deverão usar pelo menos 60% dos equipamentos fabricados no país em suas redes entre 2012 e 2014. Nos dois anos seguintes, o percentual dos investimentos em aquisição de bens e produtos com tecnologia nacional passa para 65% e, entre 2017 e 2022, para 70%.

Dell apresenta híbrido de Ultrabook e tablet com Windows 8

Empresa também mostrou tablet com Win RT que tem um teclado removível

Dell mostrou seus dois primeiros dispositivos com Windows 8: um tablet que rodará o Windows RT e um híbrido de Ultrabook e tablet, segundo o Mashable.

O XPS 10, com tela de 10 polegadas, é o tablet com Windows RT. Ele terá um teclado destacável. O processador será da Qualcomm, mas a companhia não especificou qual será o modelo.

A grande vantagem do dispositivo é a bateria. A Dell afirma que ela dura até 20 horas. A Dell não divulgou o preço do dispositivo.

Reprodução 

Já o XPS 12 é um Ultrabook que pode ser usado como tablet. Tem tela de 12 polegadas e a sua carcaça pode ser dobrada na forma de um notebook ou de um tablet. A Dell não divulgou informações técnicas do aparelho.


Reprodução

Como criar senhas seguras

Logo após a falha do Yahoo! em que diversas senhas de usuários foram vazadas na internet, um especialista que teve acesso às senhas divulgou alguns dados curiososo sobre as combinações utilizadas. Segundo o site Business Insider, a senha mais comum é “123456”, seguida de “password” (senha, em português), “welcome” (bem vindo, em português), “ninja”, “abc123”, “princess” (princesa, em português) e “qwerty”.
Este tipo de senha é considerada extremamente fraca e é um prato cheio para crackers, portanto, se você possui alguma combinação seguida de números, letras ou palavras óbvias, troque imediatamente.
Para te ajudar nesta tarefa de escolher uma senha forte, selecionamos algumas dicas simples que, se seguidas, vão deixar seus dados na rede mais seguros. Confira!


Senhas longas
Todo mundo sabe que uma senha longa é mais difícil de ser decifrada. Pode parecer difícil se lembrar de uma combinação longa, portanto, a dica é criar uma frase que faça sentido para você.


Caracteres especiais
Para tornar a sua frase indecifrável, insira pontos, vírgulas, arrobas e números. A dica para você não se esquecer desta miscelânea, é colocar estes caracteres entre as palavras e, mais uma vez, deuma forma que faça sentido para você, mas só para você.


Caixa alta
Diferencie as letras da sua frase usando caixa alta. Insira letra maiúscula no início das palavras ou deixe palavras inteiras em caixa alta, mas faça de uma maneira que seja fácil de lembrar.


Nunca escreva sua senha
As dicas acima são para você nunca precisar guardar suas senhas em papeis, e-mail ou arquivo no computador. Portanto, se apegue no sentido da frase mesmo que ela seja escrita de uma forma completamente estranha.


Não use as mesmas senhas
Atualmente temos contas em dezenas de serviços e cada um deles pede uma senha. Apesar de ser mais fácil usar a mesma, esta tática pode ser bastante perigosa. Seguindo o esquema de frases cheias de caracteres especiais, você pode criar diversas senhas seguras e usar uma para cada site.


Mude com frequência
Ao mudar suas senhas diversas vezes ao ano, você diminui muito as chances de ser hackeado. Estabeleça um cronograma e sempre que mudar a senha de um serviço, mude de todos os outros também. Lembre-se de criar seus sistema de geração de senhas, usando frases que façam sentido para você.


Verificação em dois passos
O Google e a Dropbox possuem um sistema que envia um código ou mensagem via SMS ou aplicativo para você digitar antes de colocar a senha. Esse código é descartável e passa a não valer mais depois que é feito o login, o que torna o acesso aos sites bastante seguro.


Teste sua senha
Utilize sites como este para checar se sua senha realmente é segura. Muitos serviços já possuem este termômetro na página de cadastro, mas vale a pena testar novamente.